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Quanto de parcela cabe no seu orçamento: a regra dos 30% e o que ela não conta

A regra prática é não passar de 30% da renda líquida com parcelas de crédito, contando todas. Mas a regra não vê aluguel, filhos, plano de saúde e reserva. O número certo é o que sobra depois disso.

A conta em quatro linhas

  1. Renda líquida da casa (o que cai na conta).
  2. Menos custos fixos: moradia, alimentação, transporte, saúde, escola.
  3. Menos reserva mensal (mesmo pequena).
  4. O que sobra é o teto real de parcela. Se for maior que 30% da renda, use os 30%. Se for menor, use o que sobrou.

Por que importa

Consignado é descontado antes de o salário chegar. Consórcio dura anos e tem reajuste. Crédito com garantia coloca um bem em jogo. Uma parcela que aperta no primeiro mês vira problema no décimo.

O que o consultor faz

Antes de apresentar produto, a Credim faz esse diagnóstico com você: objetivo, prazo e quanto cabe no mês. Só depois entra a simulação. Sem custo e sem compromisso.

Perguntas rápidas

Renda variável, como faço?

Use a média dos últimos 12 meses e desconte 20% para segurança.

Renda do casal conta?

Sim, na análise de crédito e na sua conta. Mas combine que as duas rendas sustentem a parcela.

Conteúdo informativo, escrito pela equipe da Credim, consultores autorizados de administradoras de consórcio e correspondentes de instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central. Valores e prazos variam por grupo, instituição e perfil; confirme sempre na simulação. Não é recomendação de investimento.

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